CONCERTOS, ÓPERA E DANÇA

Concertos, ópera e dança em São Paulo

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Cia Ballet Paraisópolis - Cartografias do Invisível
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Cia Ballet Paraisópolis - Cartografias do Invisível
20/1/2026
a
20/1/2026
Concertos e Dança
BTG Pactual Hall

‘Vortex’ Sinopse: Utilizando o conhecimento técnico e a agilidade dos bailarinos, Vortex leva o virtuosismo do treinamento do ballet clássico para reorganizar estruturas tradicionais, alternando e misturando códigos do vocabulário da dança. ‘Desiderium’ Sinopse: "Desiderium" é uma palavra latina que significa um desejo ou anseio ardente, especialmente um sentimento de perda ou pesar por algo perdido. Engloba um anseio profundo por algo que está ausente ou foi perdido, evocando uma sensação de tristeza e nostalgia.‘Ser’ - Sinopse: "Ser", de Danielle Rodrigues para a Cia Ballet Paraisópolis, convoca o espectador a mergulhar nos complexos processos e caminhos que os seres humanos se propõem diariamente, transformando sentimentos e experiências em uma obra que resgata a essência do viver. Inspirada por um período de desânimo em relação à vida, à dança e à arte, a coreógrafa encontra na criação o caminho para se redescobrir, a partir do limbo, da inércia e do vazio, rumo a um processo de cura e transformação.

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R$25
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20/01/2026
BRAVO Tenores in Concert
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BRAVO Tenores in Concert
31/1/2026
a
31/1/2026
Concertos e Dança
BTG Pactual Hall

Um show inteiro com os maiores clássicos italianos em um palco com três tenores acompanhados de uma orquestra. É o que promete o espetáculo Bravo Tenores In Concert com a regência do maestro Renato Misiuk.O Crossover de estilos é presente sempre com os “Bravos”. Juntar numa mesma canção o protagonista do musical O Rei Leão com o Turandot da Ópera de Manaus é possível? Sim, é o que veremos e ouviremos ao vivo.

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R$100
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31/01/2026
Hera Hyesang Park canta Strauss e Mahler
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Hera Hyesang Park canta Strauss e Mahler
12/3/2026
a
14/3/2026
Concertos e Dança
Sala São Paulo

Os acordes que abrem o concerto com Prelúdio e Fuga, de Bach, ganham peso na orquestração de Villa-Lobos que, sem pretender fidelidade ao original, explora na década de 1930 os recursos da orquestra moderna. O programa avança com Hera Hyesang Park que, em sua estreia com a Osesp, interpreta as Quatro canções de Strauss, verdadeiras melodias de amor dedicadas à soprano Pauline de Ahna. Por fim, continuando o ciclo de sinfonias de Mahler, Thierry Fischer apresenta sua leitura da Quarta. Entoando uma canção folclórica, a obra narra a visão do paraíso de uma criança pobre, um final tocante que aborda o universo infantil, associado à pureza do estilo clássico.

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12/03/2026, 14/03/2026
Recital: Hera Hyesang Park (soprano) e Olga Kopylova (piano)
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Recital: Hera Hyesang Park (soprano) e Olga Kopylova (piano)
15/3/2026
a
15/3/2026
Concertos e Dança
Sala São Paulo

A soprano Hera Hyesang Park e a pianista Olga Kopylova levam o público a uma volta ao mundo. O recital começa e termina com árias escritas na Itália — país com tradição na música vocal. Pelo caminho, o repertório passa pelos compositores coreanos como Dunam Cho e Unyoung. Na sequência, ouvimos uma seleção de obras do alemão Richard Strauss, e os americanos Luíz Eduardo Corbani e Florence Price — a primeira mulher negra a obter sucesso como compositora de música de concerto. De Price, serão tocadas três pequenas peças para piano. De Corbani, uma peça para piano solo e uma canção. Os demais compositores do programas são espanhóis, catalães e bascos. Enrique Granados, Fernando Obradors e Jesús Guridi pertencem à geração da segunda metade do século XIX responsável pela consolidação do nacionalismo musical. Já Xavier Montsalvatge, Antón García Abril e Ernesto Halffter estão entre os nomes mais representativos da música espanhola recente.

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15/03/2026
Do piano de Villa-Lobos ao drama de Prokofiev
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Do piano de Villa-Lobos ao drama de Prokofiev
26/3/2026
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28/3/2026
Concertos e Dança
Sala São Paulo

As oposições de cores e de pedaços de melodias que escutamos em Fragmentos sintetizam o estilo de Marisa Rezende, que mostra que é possível retomar o impulso melódico sem renunciar à inventividade formal, em uma música que se desdobra à medida que é traçada. Em seguida, a Osesp recebe Roberto Minczuk e Sonia Rubinsky — renomados intérpretes de Villa-Lobos, cujo Concerto nº 4 só estreou no Brasil após a sua morte e no qual a sonoridade do piano é integrada com grande efeito à massa orquestral. A jornada musical se cumpre com Romeu e Julieta, na qual Prokofiev musica a essência do drama de Shakespeare, retratando o ódio das famílias com ritmos agitados e a paixão dos amantes com saltos melódicos

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Páscoa na Sala com o Oratório de Bach
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Páscoa na Sala com o Oratório de Bach
2/4/2026
a
4/4/2026
Concertos e Dança
Sala São Paulo

A Suíte orquestral nº 3 provavelmente foi concebida para o Collegium Musicum, sociedade de amantes de música dirigida por Bach. A suíte segue o modelo consolidado na França de Luís XIV, em que uma abertura majestosa é seguida por quatro danças estilizadas, às quais Bach incluiu uma “ária na corda Sol” inspirada no estilo vocal italiano.Bach apresentou o Oratório de Páscoa aos membros de sua congregação no Domingo de Páscoa de 1725. Dois dias antes, na Sexta-feira Santa, eles haviam ido para casa com o trágico retrato musical da crucificação que encerra a Paixão segundo São João. O tom alegre da abertura do Oratório dissipa essas nuvens, anunciando o milagre e, ao final, a celebração ainda mais gloriosa do triunfo da vida sobre a morte. Para este programa dedicado a Bach, a Osesp conta com a regência de Richard Egarr, maestro britânico especializado no repertório barroco.

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Wagner, Debussy e Strauss e os Amores Impossíveis
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Wagner, Debussy e Strauss e os Amores Impossíveis
9/4/2026
a
11/4/2026
Concertos e Dança
Sala São Paulo

Em sua primeira passagem pela América Latina, o regente francês Fabien Gabel apresenta excertos de três óperas unidas por uma mesma atmosfera onírica. Nelas, Wagner, Debussy e Richard Strauss retornam a um passado mítico à procura de novos rumos para a música. No “Prelúdio” de Tristão e Isolda, o amor é um anseio infinito, sugerido por tensões harmônicas em suspenso. Já com Debussy, o silêncio insinua a paixão secreta e proibida entre Pelléas e Mélisande. Por fim, Richard Strauss aborda a maternidade e o amor conjugal na figura de uma rainha imortal que, por não poder engravidar, viaja desesperada ao reino dos mortais em busca de realizar seu desejo. Lozakovich completa o programa interpretando o Concerto para violino de Tchaikovsky, obra inspirada pela companhia do jovem violinista Iossik Kotek, por quem o compositor estava apaixonado e a quem pretendia dedicar o concerto.

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Recital: Hercules Gomes (piano)
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Recital: Hercules Gomes (piano)
12/4/2026
a
12/4/2026
Concertos e Dança
Estação Motiva Cultural

Hercules Gomes é um dos mais destacados pianistas brasileiros do nosso tempo. Em sua atuação como intérprete, compositor e arranjador, ele transita com naturalidade do clássico ao jazz, sem nunca perder de vista o choro. Seu estilo recupera e atualiza a linguagem dos pianistas meio eruditos, meio populares que encheram o país de polcas, tangos e maxixes no início do século passado. Por meio de seus recitais e gravações, Gomes também ajuda a manter vivo o legado de compositoras fundamentais para a música brasileira, como Chiquinha Gonzaga e Tia Amélia.Gomes se apresentou na Sala São Paulo pela primeira vez em 2021. Para a Temporada 2026, o pianista traz uma seleção deobras que reúne diferentes gerações de chorões. O recital se encerra com composições do próprio Gomes, mostrando quea linhagem do piano brasileiro da qual ele é herdeiro continua sendo uma força expressiva no cenário contemporâneo.

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12/04/2026
A atmosfera de Ligeti e a apoteose de Beethoven
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A atmosfera de Ligeti e a apoteose de Beethoven
16/4/2026
a
18/4/2026
Concertos e Dança
Sala São Paulo

Conhecida por suas interpretações empolgantes do repertório contemporâneo, Elena Schwarz traz Atmosphères, de Ligeti, para o palco da Sala São Paulo: um enxame de notas que se expande e se contrai em uma massa sonora de estranha beleza, utilizada por Stanley Kubrick na trilha-sonora de 2001: Uma odisseia no espaço. Na sequência, Had to be propõe um diálogo criativo entre sonoridades da diáspora africana: os hinos afro-americanos, a música fúnebre caribenha, o jazz de Nova Orleans e os ritmos da Costa Oeste africana. A obra da compositora haitiana-americana Nathalie Joachim foi escrita para Woods, que se junta à Osesp para a estreia latino-americana. O programa termina com a vitalidade rítmica inigualável da Sinfonia nº 7, na qual Beethoven toma variações de uma melodia extremamente simples como ponto de partida para construir um edifício sinfônico.

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Coro da Osesp e Thomas Blunt: ponte Brasil e Alemanha
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Coro da Osesp e Thomas Blunt: ponte Brasil e Alemanha
19/4/2026
a
19/4/2026
Concertos e Dança
Estação Motiva Cultural

Em seu primeiro programa da Temporada 2026, o Coro da Osesp apresenta uma rica conversa musical entre o Brasil e a Alemanha. Os Salmos brasileiros são a obra mais conhecida de Jean Berger. Ouvimos ainda uma das mais importantes compositoras brasileiras em atividade, Denise Garcia. Em Dos Salmos, ela cria texturas vocais delicadamente dissonantes a partir de textos bíblicos, cantados em português. Os Seis motetos de Mendelssohn, por sua vez, combinam uma sensibilidade harmônica romântica com o contraponto barroco e renascentista. O diálogo continua com os intrincados jogos rítmicos de Belo belo, criados por Ronaldo Miranda a partir do poema de Manuel Bandeira. Os Três coros mistos de Clara Schumann nos levam de volta à Alemanha. Em O eremita, Marx Reger acrescenta harmonias cromáticas aos versos evocativos do poeta alemão Joseph von Eichendorff. Cantada em nheengatu, idioma indígena da família do tupi-guarani, O iurupari e o menino é a primeira das Duas lendas ameríndias de Villa-Lobos. O programa se encerra com o enérgico Psalmus CL, de Ernani Aguiar.

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19/04/2026
Câmara: Clara, Robert e Johannes
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Câmara: Clara, Robert e Johannes
26/4/2026
a
26/4/2026
Concertos e Dança
Estação Motiva Cultural

Brahms e o casal Schumann formam o triângulo amoroso mais famoso do Romantismo musical. A história começa com a inesperada visita de Brahms, então um jovem desconhecido, à casa dos Schumann em Düsseldorf. O casal ficou tão impressionado com as composições do rapaz que decidiu convidá-lo a passar as próximas semanas com eles. Pouco depois, uma tragédia se abateu sobre a família: Robert tentou se suicidar pulando no rio Reno. Após o resgate, foi internado em um sanatório. Diante disso, Brahms decidiu se mudar de vez para junto de Clara, para dar a ela o apoio necessário — à época, grávida de seu oitavo filho. Além disso, o casal passou a depender dele para poder se comunicar. Como os médicos haviam proibido Robert de ver a esposa, Brahms passou a levar e trazer cartas deles toda vez que ia visitar o amigo. Ao mesmo tempo, ele se apaixonou por Clara. Um amor impossível, ora dito em meias-palavras, ora afirmado na linguagem inefável da música.

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26/04/2026
O milagre de Mendelssohn e o Pássaro de Fogo de Stravinsky
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O milagre de Mendelssohn e o Pássaro de Fogo de Stravinsky
30/4/2026
a
2/5/2026
Concertos e Dança
Sala São Paulo

Mendelssohn foi um dos maiores prodígios da história da música, e na sua Sinfonia nº 1, escrita quando tinha apenas 15 anos, demonstra um domínio formal raro mesmo entre compositores experientes. Com o enérgico tema em dó menor do primeiro movimento, Fischer e a Osesp dão início ao seu percurso pela música do compositor judeu alemão. Damos um salto de dois séculos para o Concerto para trombone do norte-americano Andrew Norman, escrito para o trombonista holandês Jörgen van Rijen — artista que atua como um verdadeiro embaixador de seu instrumento. O desfecho se dá com O Pássaro de Fogo, primeiro fruto do encontro entre Stravinsky e o Ballets Russes, de Sergei Diaghilev. Nela vemos um momento de transição entre feitos orquestrais à Rimsky-Korsakov, mas com ritmos ferozes que prenunciam Petrushka e Sagração da primavera.

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30/04/2026, 02/05/2026
Entre os orixás de Almeida Prado e o louvor de Mendelssohn
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Entre os orixás de Almeida Prado e o louvor de Mendelssohn
7/5/2026
a
9/5/2026
Concertos e Dança
Sala São Paulo

Nepomuceno foi um dos grandes modernizadores da nossa música de concerto, pioneiro na incorporação de ritmos populares brasileiros. É o que se pode ouvir em sua ópera inacabada O Garatuja (1904), baseada no romance de José de Alencar. A próxima obra, de Almeida Prado, é da década de 1980, quando, já tendo passado por fases nacionalistas e vanguardistas, o compositor desenvolveu uma linguagem singular para a Sinfonia dos Orixás, com pontos cantados em rituais do candomblé e 21 instrumentos de percussão, entre atabaques, agogôs, reco-recos e afoxés. Dando continuidade ao ciclo dedicado a Mendelssohn, o programa termina com a Sinfonia nº 2. Contando com solistas e coro, a obra foi concebida à maneira de uma cantata. O próprio compositor regeu a obra em sua estreia, como parte da celebração dos 400 anos da prensa de Gutenberg — e da publicação da tradução da Bíblia feita por Lutero.

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Pierre Laurent-Aimard visita Haydn e Messiaen
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Pierre Laurent-Aimard visita Haydn e Messiaen
14/5/2026
a
16/5/2026
Concertos e Dança
Sala São Paulo

Olivier Messiaen escreveu Um sorriso em homenagem ao bicentenário da morte de Mozart, explicando seu apreço a este nos seguintes termos: “Ele só conheceu a tragédia [...] Ainda assim, Mozart continuou a sorrir, em sua música e em sua vida”. Não por acaso, o programa coloca ao lado de Messiaen o último e maismozartiano concerto de Haydn, inspirado em melodias ciganas e repleto de deliciosas appoggiaturas. O francês Pierre Laurent-Aimard é o solista, conhecido pela maneira iluminadora como articula o repertório tradicional ao contemporâneo. A seguir voltamos a Messiaen, ouvindo o canto de aves da Ásia e das Américas, entremeados com ritmos hindus. O programa culmina com a Sinfonia nº 5 de Mendelssohn, celebração do tricentenário do Protestantismo, este simbolizado pelo hino “Deus é nosso refúgio e fortaleza”, composto por Lutero em 1529, contraposto à deliberada citação de Palestrina, compositor maior da tradição católica.

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Um réquiem alemão de Brahms
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Um réquiem alemão de Brahms
21/5/2026
a
23/5/2026
Concertos e Dança
Sala São Paulo

O título Um réquiem alemão se deve ao fato de Brahms ter utilizado passagens da Bíblia de Lutero, optando pelo vernáculo em vez do Latim. Sem se concentrar no Juízo Final, Brahms enfatiza a busca pela consolação diante da inevitabilidade da morte. A obra, completada em 1868, será interpretada pelo maestro português Dinis Sousa, tendo como solistas o brasileiro Leonardo Neiva e a belga Louise Foor. Entre os movimentos do Réquiem, ouviremos as quatro pequenas peças de Das Lesen der Schrift. Nelas, Rihm procura ler a música de Brahms de maneira criativa, produzindo outro retrato musical do processo de luto, uma música sóbria e contemplativa que se encaixa perfeitamente no universo brahmsiano. A maneira como Rihm dialoga com o Réquiem espelha como o próprio Brahms dialoga com as cantatas sacras de Bach: a obra de Rihm, composta em 2001, situa-se no desfecho de uma conversa de quase 300 anos a respeito da perda e de sua elaboração.

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21/05/2026, 23/05/2026
O universo wagneriano na companhia de Marc Albrecht
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O universo wagneriano na companhia de Marc Albrecht
28/5/2026
a
30/5/2026
Concertos e Dança
Sala São Paulo

Marc Albrecht, parceiro frequente da Osesp, retorna para reger Richard Wagner, uma especialidade do maestro, que passou uma década à frente da Ópera Nacional da Holanda. A primeira parte do programa conta com as aberturas orquestrais de três óperas compostas em períodos diferentes: Os mestres cantores de Nuremberg, Lohengrin e Tannhäuser. Ao invés de seguir estruturas formais convencionais, Wagner transforma as aberturas em poemas sinfônicos em miniatura que, além de introduzirem os principais temas das óperas, condensam seu conteúdo psicológico.A soprano estoniana Aile Asszonyi apresenta uma seleção de trechos de Crepúsculo dos deuses.

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Câmara: canções da Terra e da alma de Mahler
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Câmara: canções da Terra e da alma de Mahler
31/5/2026
a
31/5/2026
Concertos e Dança
Estação Motiva Cultural

Em 1907, Gustav Mahler sofreu três duros golpes do destino. Em maio, foi obrigado a renunciar ao posto de diretor da Ópera de Viena, após uma feroz campanha antissemita conduzida pela imprensa conservadora. Dois meses depois, sua filha Maria morreu de escarlatina, aos quatro anos de idade. Por fim, nas semanas seguintes, ele mesmo foi diagnosticado com uma doença cardíaca incurável. Das Lied von der Erde, uma das últimas partituras completadas pelo compositor, responde à crise com uma visão trágica da natureza. Para criar as seis canções que formam essa sinfonia para tenor, contralto e orquestra, Mahler recorreu a traduções para o alemão de poemas chineses do século VIII. Os textos o fascinaram justamente por mostrarem como a beleza do mundo é transformada pela consciência da finitude.

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31/5/2026
Semana do Meio Ambiente: cantos da terra e do espírito
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Semana do Meio Ambiente: cantos da terra e do espírito
5/6/2026
a
5/6/2026
Concertos e Dança
Estação Motiva Cultural

O Coro da Osesp, com seu regente titular Thomas Blunt, encerra a Semana do Meio Ambiente com a estreia mundial de Oirande, encomenda feita a Jocy de Oliveira em homenagem aos seus 90 anos. A obra reflete valores de antigas culturas matriarcais, nas quais havia uma profunda integração do ser humano à natureza. O programa segue com Clemens non Papa, compositor renascentista da escola franco-flamenga. Seu moteto Ego flos campi, escrito a sete vozes, utiliza versos do Cântico de Salomão que evocam a figura de Virgem Maria através de alegorias com a natureza. Ecce beatam lucem, do inglês Jonathan Dove, parte de uma ode de Alessandro Striggio à luz e suas fontes — o sol, a lua, as estrelas e, sobretudo, Deus. A luz é também o tema de Iridescence, da lituana Juste Janulyté. A peça busca traduzir musicalmente o fenômeno da iridescência, que faz com que certas superfícies — como as asas dos beija-flores, por exemplo — mudem de cor conforme o ângulo de observação.

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5/6/2026
Semana do Meio Ambiente: a primavera de Haydn e Schumann
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Semana do Meio Ambiente: a primavera de Haydn e Schumann
4/6/2026
a
6/6/2026
Concertos e Dança
Sala São Paulo

Para celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente, a Osesp e o maestro alemão Marc Albrecht apresentam dois retratos musicais da primavera: o oratório As estações, composto por Haydn em 1801, e a Sinfonia nº 1, “Primavera”, de Schumann. O mundo natural, que serviu de inspiração a compositores de todos os períodos, são um modelo para nosso tempo de crise climática. Em meio às duas obras, temos o Concerto para piano de Schumann, escrito em 1841, período feliz em que havia acabado de se casar e concebeu a obra como uma declaração de amor a Clara: o tema principal se baseia nas notas Dó, Si, Lá, Lá – na notação musical germânica, C, H, A, A. Assim, a melodia alude ao apelido carinhoso de sua amada: Chiara. A obra será interpretada pelo pianista argentino Nelson Goerner.

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04/06/2026, 06/06/2026
Recital: Nelson Goerner (piano)
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Recital: Nelson Goerner (piano)
7/6/2026
a
7/6/2026
Concertos e Dança
Estação Motiva Cultural

Este recital lança luz sobre o virtuosismo do celebrado pianista argentino Nelson Goerner. O programa se inicia com a Toccata em dó menor, BWV 911, de Bach. Trata-se de uma obra de juventude, marcada pelo contraste entre passagens de caráter mais livre, escritas a uma só voz, e passagens polifônicas, nas quais diferentes vozes se combinam de modo engenhoso. A Sonata nº 19 em dó menor, D 958, por sua vez, é uma obra tardia de Schubert. O quarto dos Dez prelúdios de Rachmaninov é uma canção sem palavras. Afastando-se da concisão dos prelúdios de Chopin e Scriabins, o compositor russo opta aqui por uma forma de maior fôlego. Isso lhe dá o tempo necessário para desfiar suas longas melodias melancólicas. Para encerrar o programa, Goerner interpreta Islamey, a “fantasia oriental” de Mily Balakirev. Os temas da peça se inspiram em cantigas folclóricas do Cáucaso, região que une a Europa à Ásia.

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7/6/2026
Com Tan Dun e Shostakovich, um concerto atômico!
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Com Tan Dun e Shostakovich, um concerto atômico!
11/6/2026
a
13/6/2026
Concertos e Dança
Sala São Paulo

O singapurense Kahchun Wong, conhecido por performances eletrizantes em que relaciona tradições orientais e ocidentais, faz sua estreia junto à Osesp com um programa de alta voltagem política. O Concerto para violino é descrito por Tan Dun como um “ritual musical em homenagem às vítimas da guerra”. Como nas orquestras da China antiga, os músicos são divididos em dois conjuntos: um deles sobre o palco, representando a natureza; o outro, em pé em meio ao público, representando a humanidade. A violinista norueguesa Eldbjorg Hemsing faz a ponte entre os dois mundos. O programa segue com a Sinfonia nº 5, composta no auge da repressão política na União Soviética. Recebida com entusiasmo, tirou Shostakovich do radar dos censores, porém sua ambiguidade deliberada abre margem para interpretações que escutam ironia e frustração por trás do otimismo triunfal.

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Câmara: vozes e sopros do Renascimento até hoje
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Câmara: vozes e sopros do Renascimento até hoje
21/6/2026
a
21/6/2026
Concertos e Dança
Estação Motiva Cultural

O Quarteto Arandu, formado por membros do Coro da Osesp, traz um repertório variado para vozes e instrumentos de sopro. Cantus firmus, da norte-americana Sarah Rimkus, mistura o canto gregoriano com uma sensibilidade contemporânea. Em Penas, da cubana Beatriz Corona, escutamos um tocante poema de José Martí. O primeiro bloco, concentrado na música das Américas, se completa com a estreia do Diário interrompido, de Antonio Ribeiro. Depois, obras do Romantismo e do Renascimento se encontram: em Schumann, Brahms e Mendelssohn, a música procura exprimir a realidade psicológica sugerida nos textos; já em Clément Janequin e Josquin de Prez, temos um retrato do mundo exterior. O programa se encerra com peças brasileiras: o Quinteto em forma de choros, o mais experimental da produção de Villa-Lobos; a Suíte popular brasileira de Júlio Medaglia, que passeia por ritmos como o frevo e o baião; as Variações sérias de Ronaldo Miranda, que partem de um tema de Anacleto de Medeiros, importante compositor de polcas e marchas.

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21/6/2026
Yeol Eum Son e o presente de Shostakovich
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Yeol Eum Son e o presente de Shostakovich
25/6/2026
a
27/6/2026
Concertos e Dança
Sala São Paulo

A regente norte-americana Karen Kamensek inicia seu primeiro programa junto à Osesp com os ritmos vibrantes de Antrópolis. Escrita por Gabriela Ortiz em 2018, a peça evoca a vida noturna da Cidade do México, mesclando elementos da cúmbia, do mambo e do rock. Na sequência, a sul-coreana Yeol Eum Son traz o Concerto nº 2, que se afasta do sarcasmo sombrio que permeia a música de Shostakovich. A obra foi concebida como presente de aniversário para seu filho Maxim, que a estreou em seu recital de formatura do Conservatório de Moscou. A noite se conclui com o aparentemente contraditório Concerto para orquestra: Bartók faz com que diferentes instrumentos se alternem no papel de solista. Encomendada por Serge Koussevitzky, durante visita ao compositor em um hospital em Nova York, aliviou sua difícil situação econômica. A potência das melodias folclóricas contrasta com a fragilidade da saúde de Bartók, que morreu pouco depois da estreia e não chegou a vivenciar seu próprio sucesso.

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Recital: Yeol Eum Son (piano)
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Recital: Yeol Eum Son (piano)
28/6/2026
a
28/6/2026
Concertos e Dança
Estação Motiva Cultural

Este instigante recital de Yeol Eum Son lança luz sobre a obra composicional de grandes virtuoses do piano. Com algumas variações, o repertório é o mesmo da sua estreia no Carnegie Hall, em dezembro de 2025. O programa começa com um arranjo para piano de Bach, feito pela pianista inglesa Myra Hess nos anos 1920. Em seguida, uma seleção das Humoresques escritas pelo pianista polonês Ignacy Jan Paderewski no fim do século XIX. Em sua Sonata antigua, de 1941, Alicia de Larrocha evoca o brilhantismo de Domenico Scarlatti. Já em Feu follet e Valse, de Wanda Landowska, encontramos uma abordagem surpreendentemente romântica. A Elegy delicadamente dissonante de Tatiana Nikolayeva encerra o primeiro bloco do programa, concentrado em obras femininas. O restante do recital contrasta o piano clássico e o jazz. Por meio de arranjos de canções de Charles Trenet, temas do filme Branca de Neve feitos por Alexis Weissenberg e Earl Wild, assim como composições de Friedrich Gulda, Yeol Eum Son revela como a música popular enriqueceu a linguagem de seu instrumento.

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28/6/2026
Uma viagem à Itália com Mendelssohn e Elgar
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Uma viagem à Itália com Mendelssohn e Elgar
2/7/2026
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3/7/2026
Concertos e Dança
Sala São Paulo

Continuando o ciclo dedicado a Mendelssohn, a Sinfonia nº 4 — Italiana registra as impressões de sua viagem pelo país. De fato, poucas passagens do repertório são tão eufóricas quanto a melodia tocada pelos violinos logo no início do primeiro movimento, pairando sobre uma rajada de notas repetidas pelas madeiras.No Concerto para viola de William Walton, por outro lado, predominam os tons melancólicos. Grande parte da expressividade dessa peça, composta em 1929, se deve à exploração do registro grave do instrumento solista, caracterizado por uma sonoridade escura e contida, e aqui assumido pelo carismático Antoine Tamestit, considerado o maior violista da atualidade. O programa termina com um retorno à Itália: Elgar escreveu In the South em 1903, durante temporada em Alassio, alternando passagens apoteóticas inspiradas no Império Romano e trechos de caráter pastoral.

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R$50
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Supreenda-se com Erich Korngold e Grazyna Bacewicz
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Supreenda-se com Erich Korngold e Grazyna Bacewicz
30/7/2026
a
1/8/2026
Concertos e Dança
Sala São Paulo

Neste programa, que recupera a memória de duas figuras marginalizadas na história da música, a Osesp conta com a colaboração do maestro espanhol Roberto Gonzalez-Monjas. Korngold se mudou para os EUA nos anos 1930, devido à perseguição nazista aos judeus. Um dos pais da sonoridade orquestral hollywoodiana, seu sucesso no cinema, contudo, prejudicou sua reputação como compositor sério, apenas recentemente sendo amplamente reconhecido. Em Tema e variações, Korngold cria rápidas mudanças de atmosfera através da orquestração, fundamentais no universo das trilhas. Isso também se dá no Concerto para violino, interpretada pelo violinista sul-coreano Inmo Yang. A segunda parte do concerto traz a Sinfonia nº 4, última obra do gênero escrita por uma das maiores sinfonistas do século XX: Grazyna Bacewicz. Nome central da música polonesa durante sua vida, a compositora foi esquecida nas décadas seguintes. Felizmente, sua música tem sido cada vez mais tocada nos últimos anos.

Grátis
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R$50
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As melodias inconfundíveis de Gershwin e Rachmaninov
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As melodias inconfundíveis de Gershwin e Rachmaninov
6/8/2026
a
8/8/2026
Concertos e Dança
Sala São Paulo

O concerto tem início com a pianista sul-coreana Joyce Yang, interpretando o Concerto em Fá de Gershwin. Composta em 1925, a obra representa um passo à frente em relação à icônica Rhapsody in blue. Nela, o maior compositor da história do teatro musical americano combina seu talento para criar melodias memoráveis com um impecável domínio da forma. O programa se encerra com a Sinfonia nº 2 de Rachmaninov, outro melodista excepcional. A popularidade que essa peça conquistou desde sua estreia em 1908 não é nenhum mistério. Em todos os seus quatro movimentos, o compositor russo trabalha com temas de grande força expressiva, que são desenvolvidos de maneira engenhosa até culminarem em arrasadores crescendi orquestrais. A regente búlgara Delyana Lazarova conduz o programa, em retorno à Osesp.

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06/08/2026, 08/08/2026
Câmara: Barroco e música sacra do Brasil Colônia
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Câmara: Barroco e música sacra do Brasil Colônia
16/8/2026
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16/8/2026
Concertos e Dança
Estação Motiva Cultural

Manoel Dias de Oliveira, um dos grandes compositores do período colonial, passou a maior parte de sua vida na cidade de Tiradentes, então conhecida como Vila de São José del Rei. Pouco se sabe sobre ele, mas documentos da época o descrevem como um “pardo forro” — isto é, um ex-escravizado. Sua Missa de oitavo tom contém somente o “Kyrie”, o que sugere que ela foi criada para datas penitenciais. Além disso, a obra se distingue pela sua tonalidade menor e pelo seu estilo solene e arcaizante — outros traços que a vinculam a esse contexto litúrgico de constrição. A antífona Salve Regina, escrita por José Joaquim Emerico Lobo de Mesquita em 1787, é uma das obras mais conhecidas do repertório colonial brasileiro, tanto por conta de sua qualidade como pelo impacto causado por sua descoberta, na década de 1940. O programa se encerra com obra de Dietrich Buxtehude, em que cada uma das partes se concentra em uma parte do corpo crucificado de Cristo, combinando o contraponto da tradição protestante germânica com a dramaticidade da escola italiana.

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16/8/2026
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