
A segunda individual de Tania Candiani na Vermelho explora as arquiteturas ocultas dos ecossistemas vegetais e as forças vitais invisíveis que sustentam a vida subterrânea.Por meio de bordados, desenhos, vídeo, obra sonora e instalações, Candiani transforma essas redes subterrâneas em uma cartografia tátil de emaranhamentos, na qual a matéria se torna sinal das energias que permeiam o solo.As obras mapeiam teias vivas em que sistemas naturais, não humanos e sonoros convergem, revelando vibrações e ressonâncias invisíveis que atravessam o domínio subterrâneo.