Retrospectiva de Sara Gómez, a cineasta, registra a história do povo cubano e as mudanças sociais logo após a revolução. Serão exibidos 15 títulos, todos em versões restauradas, que trazem retratos íntimos de pessoas comuns e revelam um olhar atento para a efervescência da juventude, a produção cultural afro-cubana, o trabalho e a participação das mulheres na sociedade.O legado de Sara Gómez é de um cinema rebelde e revolucionário, de alto rigor estético e embebido de poesia. Tanto no documentário quanto na ficção, seus filmes buscam o despertar de consciências, o incentivo à participação popular e democrática na vida em sociedade e nas atividades políticas. Através de sua câmera, Sarita – como era carinhosamente chamada – transformou o cinema com suas obras decoloniais, captando registros únicos e vibrantes. Além do longa, a mostra contará com quatro sessões de curtas-metragens. Global.
21 de novembro, sexta-feira
20h _ De certa maneira (1977, 73 min)
22 de novembro, sábado
15h30 _ Sessão “O timbre das cidades”
Guanabacoa: crônica de minha família (1966, 15 min)
Um documentário sobre trânsito (1971, 16 min)
Eu vou para Santiago (1964, 16 min)
E... nós temos sabor (1967, 25 min)
17h10 _ Sessão “Deixe os trabalhadores decidirem”
Nos bateyes (1971, 25 min)
Excursão a Vueltabajo (1965, 10 min)
Sobre horas extras e trabalho voluntário (1973, 9 min)
Poder local, poder popular (1970, 11 min)
Minha contribuição (1969, 34 min)
23 de novembro, domingo
15h _ Sessão “Histórias da Ilha da Juventude”
Ilha do tesouro (1969, 10 min)
Uma ilha para Miguel (1968, 20 min)
Na outra ilha (1968, 41 min)
16h40 _ De certa maneira (1977, 73 min)
18h20 _ Sessão “Foco nas mulheres cubanas”
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