Retrospectiva: “O Cinema anticolonial de Sarah Maldoror”
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Retrospectiva: “O Cinema anticolonial de Sarah Maldoror”

21/2/26
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22/3/26
Grátis
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Ingressos

Uma mostra inédita dedicada à Sarah Maldoror, considerada uma das primeiras cineastas negras a filmar na África, a retrospectiva traz curtas e longas-metragens, que destacam o papel da cineasta franco-guadalupense na história dos cinemas negros e de mulheres.Com curadoria conjunta de Lúcia Monteiro, Izabel de Fátima Cruz Melo e Letícia Santinon, a retrospectiva “O Cinema anticolonial de Sarah Maldoror” no CCBB SP pode ser considerada uma das mais completas já realizadas sobre a cineasta no país. Sua programação conta com 34 obras, sendo 19 dirigidas por Sarah Maldoror e outras 15 assinadas por diferentes realizadores.

Datas e horários:
21/02/2026 (sábado) 16h30 – Sessão de Abertura| Sambizanga (comentada por Henda Ducados). 22/02/2026 (domingo) 14h30 - Monangambééé + Alma no olho (com participação de Henda Ducados) 16h – Debate Resiliência e resistência: o percurso de uma militante (com participação de Henda Ducados e mediado por Marcia Vaz) 17h – Sessão Carnaval (Fogo, uma ilha em chamas + Carnaval no Sahel + Em Bissau, o carnaval) 23/02/2026 (segunda-feira) 17h30 - Prefácio a Fuzis para Banta (comentada por Lúcia Monteiro e Henda Ducados) 19h – Sessão Poesia em movimento (Louis Aragon, uma máscara em Paris + René Depestre, poeta haitiano + Léon G. Damas) 25/02/2026 (quarta-feira) 17h - Aimé Césaire, um homem, uma terra (sessão comentada por Rita Chaves) 26/02/2026 (quinta-feira) 18h – Cais (sessão seguida de apresentação de Safira Moreira) 27/02/2026 (sexta-feira) 17h - E os cães se calavam + Aimé Césaire, a máscara das palavras (sessão comentada por Annouchka de Andrade) 19h - Leitura dramática de roteiro inédito da Sarah Maldoror, por Safira Moreira. 28/02/2026 (sábado) 14h - O Hospital de Leningrado + conversa com Annouchka sobre roteiros de Sarah Maldoror. 16h – Sambizanga (sessão comentada por Annouchka de Andrade) 01/03/2026 (domingo) 14h30 - Sem Sol 16h30 – Sessão Sarah assistente: Elas + O Legado da Coruja. 17h30 - Debate de Annouchka de Andrade e Mateus Araújo: conversa sobre a amizade de Chris Marker e Sarah Maldoror. 02/03/2026 (segunda-feira) 15h30 – Sessão Retratos de Mulheres, Retratos da Negritude: Abertura do Teatro Negro em Paris + Retrato de uma mulher africana + Christiane Diop + Primeiro Encontro Internacional das Mulheres Negras + Assia Djebar + Ana Mercedes Hoyos – Pintora + Louis Aragon – Uma máscara em Paris. 17h00 – Ôrí (sessão seguida de debate com Raquel Gerber e Annouchka de Andrade) 04/03/2026 (quarta-feira) 18h - Monangambée + Alma no olho, de Zózimo Bulbul 05/03/2026 (quinta-feira) 16h - Sessão Carnaval: Fogo, uma Ilha em Chamas + Carnaval no Sahel + Em Bissau, o Carnaval (três curtas de Sarah Maldoror 17h45 - A Batalha de Argel 06/03/2026 (sexta-feira) 16h - Sessão Retratos de Mulheres, Retratos da Negritude: Abertura do Teatro Negro em Paris + Retrato de uma mulher africana + Christiane Diop + Primeiro Encontro Internacional das Mulheres Negras + Assia Djebar + Ana Mercedes Hoyos – Pintora + Louis Aragon – Uma máscara em Paris. 17h30 - Sessão Curtas de Sara Gomez: Na outra ilha + Uma ilha para Miguel + Ilha do tesouro 07/03/2026 (sábado) 16h - Sessão Poesia em Movimento: Louis Aragon, uma máscara em Paris + René Depestre, poeta haitiano + Léon G. Damas. 17h30 - Aimé Césaire, um homem, uma terra 08/03/2026 (domingo) 15h - Sambizanga 17h – Sessão Sarah assistente: Elas + O Legado da Coruja. 09/03/2026 (segunda-feira) 18h30 - Prefácio a Fuzis para Banta 11/03/2026 (quarta-feira) 18h - Ôrí 12/03/2026 (quinta-feira) 18h - Sessão Retratos de Mulheres, Retratos da Negritude: Abertura do Teatro Negro em Paris + Retrato de uma mulher africana + Christiane Diop + Primeiro Encontro Internacional das Mulheres Negras + Assia Djebar + Ana Mercedes Hoyos – Pintora + Louis Aragon – Uma máscara em Paris. 13/03/2026 (sexta-feira) 16h - O Hospital de Leningrado 17h – Curso Restaurar arquivos em vídeo da televisão. Com Nathanaël Arnould (INA-França), Eduardo Morettin (USP) e Daniela Siqueira (UFMS) 14/03/2026 (sábado) 17h - E os cães se calavam + Aimé Césaire, a máscara das palavras, com comentários de Nathanaël Arnould (INA-França) 15/03/2026 (domingo) 15h – Sessão Curtas de Sara Gomez: Na outra ilha + Uma ilha para Miguel + Ilha do tesouro, comentada por Nayla Guerra. 17h30 - Monangambééé + Alma no olho 16/03/2026 (segunda-feira) 17h30 - Sem sol 18/03/2026 (quarta-feira) 16h30 - Batalha de Argel, comentada por Tina Beskow. 19/03/2026 (quinta-feira) 18h - E os cães se calavam + Aimé Césaire, a máscara das palavras 20/03/2026 (sexta-feira) 18h30 - Uma sobremesa para Constance 21/03/2026 (sábado) 15h - Sessão Curtas de Safira Moreira: Travessia + Nascente + Alágbedé + Da pele prata 16h - Prefácio a Fuzis para Banta 17h15 - Curso Memória e Ancestralidade, com Lilian Santiago e Lúcia Monteiro 22/03/2026 (domingo) 15h - Curso Sarah Maldoror Roteirista 17h - Uma sobremesa para Constance
Local:
Preços:
Entrada Gratuita
Outras informações:
FILMES E SINOPSES: FILMES DE SARAH MALDOROR Abertura do teatro negro em Paris L'ouverture du théâtre noir à Paris, Sarah Maldoror, 1980, 6 min., França Reportagem de Sarah Maldoror sobre um novo centro cultural de Paris, dedicado ao teatro negro. Ana Mercedes Hoyos Ana Mercedes Hoyos, Sarah Maldoror, 2009, 13 min., França/Colômbia. Documentário dedicado à pintora e escultora colombiana Ana Mercedes Hoyos. Atenta à multiculturalidade colombiana e em especial à presença negra e à história da escravidão na Colômbia, a artista desenvolveu uma relação especial com a população do Palenque de São Basílio, quilombo próximo de Cartagena, considerado o primeiro povo livre das Américas. Assia Djebar Assia Djebar, Sarah Maldoror, 1987, 7 minutos, França Reportagem televisiva sobre a escritora argelina Assia Djebar, por ocasião do lançamento de seu livro "Sombra sultana". A autora reflete em voz alta sobre as mulheres no mundo árabe, sobre sua relação com o medo, o cerceamento no espaço doméstico e a esperança de ganhar a luz do exterior. Aimé Césaire, a máscara das palavras Aimé Césaire, the mask of words, Sarah Maldoror, 1987, 47 minutos, Estados Unidos, Martinica. Classificação: 14 anos. Sinopse: Dez anos após realizar seu primeiro filme em torno do poeta surrealista, dramaturgo, ativista e político martinicano Aimé Césaire, Sarah Maldoror volta a esta figura na ocasião em que recebe uma importante homenagem nos EUA. Ideólogo do conceito de "negritude", na entrevista que concede a Maldoror, Césaire fala de sua trajetória, reflete sobre história, colonialismo, preconceitos e sobre o papel da poesia. Aimé Césaire - um homem, uma terra Aimé Césaire - un homme une terre, Sarah Maldoror, 1976, 52 minutos, França, Martinica. Classificação: 14 anos. Sinopse: Aimé Césaire foi surrealista, ensaísta, ativista e um dos fundadores do movimento da Negritude, uma corrente artística e política progressista que defendia a cultura negra, fortemente ligada a ideais marxistas e anticoloniais. Carnaval no Sahel Un carnaval dans le Sahel, Sarah Maldoror, 1979, 23 minutos, Cabo Verde. Classificação: 14 anos. Sinopse: O Carnaval é um evento e uma festividade em que os limites podem ser transgredidos em um contexto repleto de música, sensações e texturas. Neste filme, ele é também o ponto de partida para uma abordagem sobre a história da cultura negra e do colonialismo, com conceitos de identidade e negritude ocupando o centro da cena. Christiane Diop Christiane Diop, Sarah Maldoror, 1985, 6 minutos, França Reportagem dedicada a Christiane Diop, que comanda a livraria e editora Présence Africaine desde a morte de seu companheiro, Alioune Diop, em 1980. Fundada em 1947 como revista, a Présence Africaine logo expande suas atividades e se torna ponto de convergência de intelectuais negros vindos da África e das Antilhas. E os cães se calavam Et les chiens se taisaient, Sarah Maldoror, 1976, 13 minutos, França. Classificação: 14 anos. Sinopse: Peça teatral cuja narrativa foca na rebelião de um homem contra a escravização de seu povo, filmada no interior do Musée de l'Homme, em Paris. Com atuações de Gabriel Glissant e Sarah Maldoror. Em Bissau, o carnaval Carnival en Guinée-Bissau, Sarah Maldoror, 1980, 13 minutos, Guiné-Bissau. Classificação: 14 anos. Sinopse: Um curta-metragem documental que aborda como os habitantes da Guiné-Bissau enxergam sua identidade e cultura negra, tendo como pano de fundo a celebração anual do Carnaval. Fogo, uma ilha em chamas Fogo, l'île de feu, Sarah Maldoror, 1979, 23 minutos, Cabo Verde, França. Classificação: 14 anos. Sinopse: A Ilha do Fogo, em Cabo Verde, é o cenário deste documentário dos anos 70 produzido pelo governo revolucionário do novo país, no qual a diretora optou por uma abordagem antropológica. O filme lança um olhar belíssimo sobre uma nação no início de sua independência. Léon G. Damas Léon G. Damas, Sarah Maldoror, 1995, 24 minutos, França. Classificação: 14 anos. Sinopse: Um curta sobre o cofundador da revista L'Étudiant Noir, que promoveu a conscientização cultural negra, colaborador da Présence Africaine, poeta, deputado guianense, representante da UNESCO e combatente da resistência francesa. Louis Aragon, uma máscara em Paris Un Masque à Paris: Louis Aragon, Sarah Maldoror, 1978, 13 minutos, França. Classificação: 14 anos. Sinopse: Sarah Maldoror entrevista, neste documentário, Louis Aragon, poeta e figura fundamental do surrealismo francês. Ao mesmo tempo, questiona a forma como o movimento surrealista – nos períodos entre e pós-guerra – encarou a questão racial, do “outro” e da afirmação de outras identidades. Monangambééé Monangambeee, Sarah Maldoror, 1968, 16 minutos, Angola. Classificação: 14 anos. Sinopse: Os abusos dos traficantes de escravos portugueses em sua colônia de Angola são retratados por meio da tortura de um prisioneiro, fundamentada na ignorância e na incompreensão. O hospital de Leningrado L'hôpital de Leningrad, Sarah Maldoror, 1983, 58 minutos, França. Classificação: 14 anos. Sinopse: Uma história de prisão política ambientada em um hospital psiquiátrico, onde a polícia estatal de Stalin colocava seus opositores. A narrativa é fiel ao texto original, um conto do escritor russo Victor Serge. Primeiro encontro internacional das mulheres negras Première rencontre internationale des femmes noires, Sarah Maldoror, 1986, 6 minutos, França Reportagem sobre o encontro ocorrido em novembro de 1986, em Paris. René Depestre, poeta haitiano René Depestre, poète haïtien, Sarah Maldoror, 1981, 5 minutos, França. Classificação: 14 anos. Sinopse: Pequeno documentário sobre René Depestre, poeta e antigo ativista comunista, umas das mais importantes figuras da literatura do Haiti. Retrato de uma mulher africana Portrait d'une femme africaine, Sarah Maldoror, 1985, 3 minutos, França. Classificação: Livre. Reportagem televisia a respeito da imigração de senegaleses para a França. A cineasta acompanha uma jovem cozinheira senegalesa, que trabalha em um centro de acolhimento para trabalhadores estrangeiros. Sambizanga Sambizanga, Sarah Maldoror, 1972, 97 minutos, Angola, França. Classificação: 14 anos. Sinopse: Domingos é membro de um movimento de libertação africano, preso pela polícia secreta portuguesa, após eventos sangrentos em Angola. Ele não trai seus companheiros, mas é espancado até a morte na prisão, e sem saber que ele morreu, sua esposa percorre diversas prisões, tentando em vão descobrir o seu paradeiro. Uma sobremesa para Constance Un dessert pour Constance, Sarah Maldoror, 1981, 63 minutos, França. Classificação: 14 anos. Sinopse: Nos anos 70, Bokolo e Mamadou, varredores na cidade de Paris, buscam uma maneira de custear o retorno para casa de um de seus companheiros doentes. FILMES DE OUTROS CINEASTAS CONSTELAÇÃO SARAH MALDOROR Filmes em que Sarah Maldoror trabalhou como assistente ou que contêm imagens filmadas por ela A batalha de Argel La battaglia di Algeri, Gillo Pontecorvo, 1966, 121 minutos, Argélia e Itália. Classificação: 14 anos. Sinopse: Nos anos 1950, o medo e a violência aumentam à medida que o povo da Argélia luta pela independência do governo francês. Sarah Maldoror foi assistente de Pontecorvo nas filmagens. Elas Elles, Ahmed Lallem, 1966, 22 minutos, Argélia. Classificação: 14 anos. Sinopse: No período pós-independência, estudantes argelinas do ensino médio falam sobre suas vidas e comentam como vislumbram o futuro, a democracia e o seu lugar na sociedade. Sarah Maldoror foi assistente de Lallem nas filmagens. Sem Sol Sans soleil, Chris Marker, 1983, 104 minutos, França. Classificação: 14 minutos. Sinopse: Uma mulher narra os escritos contemplativos de um viajante do mundo experiente, com foco no Japão contemporâneo. O legado da coruja - Episódio 7 L'héritage de la chouette - "Logomachie ou Les mots de la tribu", Chris Marker, 1990, 27 minutos, França. Classificação: 14 anos. Sinopse: Cineastas ensaístas como Marker e Godard adoram jogos de palavras. Aqui, conforme as imagens mostram como vocábulos de origem grega permeiam a nossa mídia, as placas de rua e até mesmo os grafites, mergulhamos, sob uma perspectiva semiótica, nas bases da própria fala. Prefácio a Fuzis para Banta Préface à Des fusils pour Banta, Mathieu Kleyebe Abonnenc, 2011, 28 minutos, França. Classificação: 14 anos. Sinopse: Uma elegia ao filme perdido de Sarah Maldoror, "Fuzis para Banta", filmado em 1970 na Guiné-Bissau, durante a guerra de independência e confiscado durante a montagem, na Argélia. Abonnenc estrutura seu filme em torno das fotografias de cena, das anotações do roteiro e de conversas com Sarah Maldoror. GENEALOGIA IMAGINATIVA Filmes que apresentam proximidade estética e política com a obra de Sarah Maldoror Alma no olho Alma no olho, Zózimo Bulbul, 1973, 11 minutos, Brasil. Classificação: 14 anos. Sinopse: Metáfora sobre a escravidão e a busca pela liberdade por meio da transformação interna do ser, em um jogo de imagens de inspiração concretista. Ôrí Ôrí, Raquel Gerber, 1989, 100 minutos, Brasil. Classificação: 14 anos. Sinopse: Um olhar sobre o movimento negro brasileiro entre 1977 e 1988, a partir da relação entre o Brasil e a África. Cais Cais, Safira Moreira, 2025, 70 minutos, Brasil. Classificação: 14 anos. Sinopse: Dois meses após o falecimento de sua mãe Angélica, Safira viaja em busca de encontrá-la em outras paisagens. Num curso fluvial, o filme percorre cidades banhadas pelo Rio Paraguaçu, na Bahia, e pelo Rio Alegre, no Maranhão, para imergir em novas perspectivas sobre memória, tempo, nascimento, vida e morte. Curtas de Safira Moreira Travessia Travessia, Safira Moreira, 2017, 5 minutos, Brasil. Classificação: 14 anos Articulando poesia, arquivos fotográficos e encenação, Safira Moreira problematiza de forma poética a ausência ou dificuldade de permanência das imagens das pessoas negras. Nascente Nascente, Safira Moreira, 2020, 6 minutos, Brasil Quatro mulheres e uma criança, reunidas em numa casa em Salvador, em agosto de 2020. Apesar das restrições pandêmicas, tudo ali flui como um rio correndo nas matas, em uma energia etérea e misteriosa. Alágbedé Alágbedé, Safira Moreira, 2021, 12 minutos, Brasil Ogum, orixá yiorubá. Quando se manifesta sob o epíteto de Alágbedé, estão ressaltam-se suas habilidades com a forja, o fogo e os metais. Senhor das técnicas e das tecnologias – desceu à Terra para ensinar aos seres humanos a metalurgia. Da pele prata Da pele prata, Safira Moreira, 2025, 27 minutos Neste filme dedicado aos seus pais, Angélica Moreira, pedagoga e idealizadora do Ajeum da Diáspora, e Chico da Prata, ourives especializado em joias com temática relacionada ao candomblé, Safira Moreira retoma, sob uma perspectiva diversa de Travessia (2017), a construção de um percurso breve, mas profundo, sobre a história da sua família. Curtas de Sara Gómez Ilha do tesouro Isla del tesoro, Sara Gómez, 1969, 9 minutos, Cuba. Classificação: 14 anos. Sinopse: Uma curta evocação poética de Sara Gómez sobre a Ilha de Pinos, a ilha onde Fidel Castro foi preso por Batista e onde a revolução constrói uma nova sociedade. O filme apresenta uma justaposição da prisão Presídio Modelo com a produção de cítricos. Uma ilha para Miguel Una isla para Miguel, Sara Gómez, 1968, 22 minutos, Cuba. Classificação: 14 anos. Sinopse: Miguel, um de 12 filhos oriundos de um bairro pobre de Havana, é enviado pela família para a "Isla de Pinos", para se tornar um novo homem. Gómez aponta a sua câmara para este território, para onde os marginalizados (jovens, negros, pobres, homossexuais, religiosos, hippies) eram enviados para trabalho e reeducação forçados. Na outra ilha En la otra isla, Sara Gómez, 1968, 41 minutos, Cuba. Classificação: 14 anos. Sinopse: Sara Gómez entrevista habitantes da Ilha da Juventude, em Cuba (então conhecida como Ilha de Pinos), capturando suas perspectivas sobre diversas questões sociais.
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