
Getúlio Abelha traz o universo de seu álbum Autópsia, em que amplia radicalmente sua pesquisa musical, misturando cumbia, funk, seresta, dubstep, bolero, emo e pop rock em uma obra que nasce do caos, da reinvenção e da busca por conexão. O disco explora temas como solidão, amadurecimento e transformação, traduzidos em sonoridades que oscilam entre o brega futurista, o eletrônico distorcido e melodias de seresta. Nascido em Teresina e marcado também pela vivência artística em Fortaleza, Getúlio constrói um trabalho profundamente conectado às culturas do Norte e Nordeste. Suas criações revisitam tradições sob um olhar contemporâneo, explorando o cotidiano, as relações de poder e os comportamentos sociais com ironia e inventividade.