Inspirada no processo criativo do espetáculo “Rupestre – o que a terra conta”, esta vivência propõe uma imersão sensorial em torno da ideia de escavação e descoberta. O espaço é transformado em diferentes paisagens onde bebês e suas pessoas cuidadoras são convidadas a explorar como verdadeiros arqueólogos do brincar.A experiência convida o público a tocar, cheirar, mover e reorganizar o ambiente, encontrando pequenos tesouros. O gesto de colecionar – tão presente nas brincadeiras da primeira infância – é aqui entendido como pesquisa poética das materialidades e suas histórias.